Nossa Equipe foi conferir a pré-estréia de RoboCop e aqui você encontra algumas informações sobre o filme e nossa crítica.
SOBRE O FILME:
A decisão da produção do Remake de Robocop foi anûnciada em 2005 mas foi adiada várias vezes.
José Padilha assumiu a direção em 2011 e o elenco atual da produção foi escolhido em 2012.
A data de estréia inicial foi marcada para agosto de 2013 mas foi prorrogada para 21 de fevereiro de 2014
ELENCO:
Joel Kinnaman - Alex Murphy(RoboCop)
Gary Oldman - Dr. Dennett Norton
Michael Keaton - Raymond Sellars(o Vilão da OmniCorp)
Samuel L. Jackson - Patrick "Pat" Novak
Abbie Cornish - Clara Murphy, esposa de Alex
Jackie Earle Haley - Rick Mattox
Michael K. Williams - Jack Lewis
Jennifer Ehle - Liz Kline
Jay Baruchel - Tom Pope
(Entre outros...)
DIREÇÃO:
José Padilha
PRODUÇÃO:
Marc Abraham
Eric Newman
ROTEIRO:
Joshua Zetumer
CRIAÇÃO DE PERSONAGEM:
Edward Neumeier
Michael Miner
GÊNERO:
Ação, Ficção científica, Suspense
ORÇAMENTO: US$ 120 milhões
CRÍTICA:
"RoboCop: A Origem" é um remake do filme de 1987 que traz não só a modernização da história, mas também várias modificações, algumas muito boas.
O filme humaniza mais seus personagens e ressalta mais o conflito humano x máquina do personagem prinicipal.
O remake conta com um roteiro mais profundo e denso que o da versão de 1987, o que representa uma evolução em relação ao original, e o elenco é com certeza mais elegante.O filme tem menos cenas de tiroteio do que o original, tem um modo de mostrar a história mais inteligente, ainda que seja um remake.(Parabéns a direção e ao elenco)
Joel Kinnaman está muito bem no papel de Alex Murphy/RoboCop e consegue realmente fazer essa divisão humano/máquina em sua atuação.
Michael Keaton também está ótimo no papel do vilão com um ar superior e manipulador, bem característicos do tipo de personagem.
Para quem não gostou da nova aparencia do RoboCop, o traje preto com aquele visor com luz vermelha, a boa notícia é que a antiga aparência também estára no filme e os dois trajes, a meu ver, funcionam como um divisor entre o RoboCop bonzinho, que é parte humano e tem sentimentos e o RoboCop máquina programada para ser rápida e eficiente no combate ao crime e sem sentimentos. Não vou contar qual traje representa cada parte para que vocês possam ver com seue próprios olhos, no filme.
Modificações na história do filme:
- Ponto Positivo:
No remake, ao contrário do filme original de Paul Verhoeven, de 1987, máquinas no combate ao crime não são novidade, o exército norte-americano já utiliza os robôs da OmniCorp nos combates no Oriente Médio, mas o uso civil das máquinas está proibido nos “robofóbicos” Estados Unidos, em uma referência evidente à discussão atual sobre os drones.
- Ponto Negativo:
Uma das partes que, em minha opinião, foi um erro mudar foi o fato de que no primeiro filme Robocop não lembra de quem ele é e nem de sua família e sua família acha que ele está morto está morto e isso é uma das partes chave do filme original, já que ele vai se lembrando aos pouco até no fim do filme ter a lembrança total.Isso poderia ter sido muito bem usado no ramake, mas não foi.Aliás, ninguém do convívio de Alex Murphy sabe que ele se tornou RoboCop, as pessoas vão descobrindo.
Senti falta também da mania de ficar brincando com a arma, tirando do coldre, girando e recolocando no coldre, que era uma marca do detetive Alex Murphy, mania essa que depois serviu para que ele, já como RoboCop, fosse identificado por sua parceira.Também senti falta do leve toque de humor sarcástico da produção original, que ficou ausente nesta produção.
RoboCop estréia no Brasil nesta sexta-feira 21/02. Confira o filme e deixe-nos sua opinião!